Primeiramente, queria me apresentar, sou Guilherme Bezerra Motta e estudo no Colégio Ábaco. Esse blog é uma fanzine feita para um trabalho de Artes.
Então, eu quero me apresentar como baixista, algo de que me orgulho, pois foi minha escolha tocar contrabaixo, ou vulgarmente abreviado como baixo.Acho que quem me influenciou no começo a querer tocar baixo, foi o Paul McCartney.
Foi bem quando ele estava vindo para o Brasil em novembro do ano passado, não fui no show, mas fui conhecer melhor os Beatles e me deparei com esse baixista.Linhas melódicas e simples, habilidade do Paul que em minha opinião foi se perdendo com o tempo.
Desde que eu comecei a tocar, apareceram diversos baixistas, tais como John Entwistle, Jaco Pastorius, Geddy Lee, Cliff Burton e muitos outros.Influencias de baixistas brasileiros tive poucas.Com o tempo, principalmente com Geddy Lee, aprendi outra forma de que o baixo pode ser tocado, tocando linhas complexas e complicadas de tocar, e é algo que eu quero fazer.Não sei se quero seguir a carreira de músico, isso é para poucos, mas acho que ainda tenho idade para tentar e começar a entrar no mundo da música, como um sonho.
Por enquanto eu carrego um baixo simples, um Condor BX12:
Para finalizar essa postagem, quero citar um texto de allexxcosta, do fórum Contrabaixo BR, originalmente usada como uma carta de boas vindas para o fórum:
“Orgulho de Ser Baixista
Caro(a) amigo(a),
Pra começar, bem vindo(a) ao mundo dos graves.
Você está entrando no lado negro da força...
Poucas pessoas entenderão seu ofício, mas todos sentirão sua falta quando você não cumpri-lo.
Ser baixista é saber a hora de não tocar...
É saber como se apequenar para que o colega músico cresça. É saber administrar o ego, ter controle.
É entender a respiração de uma música, entender que quem vai dar o ritmo pra o público dançar é o baterista, mas a você, baixista, cabe fazer com que as pessoas tenham a vontade de dançar.
Você é a linha de costura desse emaranhado de tecidos que se chama A Arte da Música.
Ser baixista é ficar colado junto do pianista, seguindo seu dedo mínimo esquerdo pra saber que nota tocar numa gig que surgiu de última hora.
Ser baixista é entender perfeitamente o que a abstrata palavra estrangeira "groove" significa, enquanto o professor de Inglês te diz que é sulco, ranhura...
Ser baixista é sonhar com som de preto, com raiz africana, é ouvir percussão de rua e se emocionar.
Ser baixista é tocar Reggae com o polegar e mesmo ficando vários segundos sem dar uma nota saber que seu instrumento é o mais importante da banda.
Ser baixista é escutar Jaco e sair correndo pra comprar um fretless. É escutar Marcus Miller e sonhar com um Fender 77...
Ser baixista é procurar vídeo do Anthony Jackson na internet durante semanas até achar um, e assisti-lo todos os dias durante anos.
Ser baixista é saber quem é Sizão Machado, Luizão Maia, Arthur, Mariano. E também é chorar a morte do Nico...
Ser baixista é escutar Patitucci e saber que ele também chora a morte do Nico em cada nota da sua arte.
Ser baixista é explicar com paciência, pela milionésima vez que você não toca guitarra de 4 cordas.
Ser baixista é carregar ampli pesado e não desistir, é tocar no click, é estudar horas de madrugada...
Ser baixista é pegar uma guitarra e tocar normalmente, e rir quando um guitarrista pega seu baixo e não dá uma nota.
É sentir dor também nos dedos, nos pulsos, anti-braços, tendões... No ombro, costas, pernas... É sentir dor no ego e esperar passar.
Ser baixista é chegar ao fim do show cansado, mas com a sensação de dever cumprido por ter trazido alegria àqueles corações...
Seja um(a) baixista meu(a) amigo(a), você não vai se arrepender...
Abraço,
Alex.”
Caro(a) amigo(a),
Pra começar, bem vindo(a) ao mundo dos graves.
Você está entrando no lado negro da força...
Poucas pessoas entenderão seu ofício, mas todos sentirão sua falta quando você não cumpri-lo.
Ser baixista é saber a hora de não tocar...
É saber como se apequenar para que o colega músico cresça. É saber administrar o ego, ter controle.
É entender a respiração de uma música, entender que quem vai dar o ritmo pra o público dançar é o baterista, mas a você, baixista, cabe fazer com que as pessoas tenham a vontade de dançar.
Você é a linha de costura desse emaranhado de tecidos que se chama A Arte da Música.
Ser baixista é ficar colado junto do pianista, seguindo seu dedo mínimo esquerdo pra saber que nota tocar numa gig que surgiu de última hora.
Ser baixista é entender perfeitamente o que a abstrata palavra estrangeira "groove" significa, enquanto o professor de Inglês te diz que é sulco, ranhura...
Ser baixista é sonhar com som de preto, com raiz africana, é ouvir percussão de rua e se emocionar.
Ser baixista é tocar Reggae com o polegar e mesmo ficando vários segundos sem dar uma nota saber que seu instrumento é o mais importante da banda.
Ser baixista é escutar Jaco e sair correndo pra comprar um fretless. É escutar Marcus Miller e sonhar com um Fender 77...
Ser baixista é procurar vídeo do Anthony Jackson na internet durante semanas até achar um, e assisti-lo todos os dias durante anos.
Ser baixista é saber quem é Sizão Machado, Luizão Maia, Arthur, Mariano. E também é chorar a morte do Nico...
Ser baixista é escutar Patitucci e saber que ele também chora a morte do Nico em cada nota da sua arte.
Ser baixista é explicar com paciência, pela milionésima vez que você não toca guitarra de 4 cordas.
Ser baixista é carregar ampli pesado e não desistir, é tocar no click, é estudar horas de madrugada...
Ser baixista é pegar uma guitarra e tocar normalmente, e rir quando um guitarrista pega seu baixo e não dá uma nota.
É sentir dor também nos dedos, nos pulsos, anti-braços, tendões... No ombro, costas, pernas... É sentir dor no ego e esperar passar.
Ser baixista é chegar ao fim do show cansado, mas com a sensação de dever cumprido por ter trazido alegria àqueles corações...
Seja um(a) baixista meu(a) amigo(a), você não vai se arrepender...
Abraço,
Alex.”
Fonte: http://www.contrabaixobr.com/t61-carta-oficial-de-boas-vindas
